sábado, dezembro 29, 2007

Desejos de Bom Ano!



Mais um ano que está a terminar...
Este foi sem dúvida alguma um ano importante para mim, um ano em que aprendi muito sobre mim, um ano em que percebi que nem sempre tudo são rosas, um ano em que sofri muito, mas também me senti muito feliz...


Apenas desejo que o próximo ano traga tudo de bom para mim e para aqueles que gosto, que mantenha todas as pessoas que me são queridas junto de mim...


Para todos um excelente 2008!!! Que os vossos desejos se realizem!!!

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Esta coisa de gostar de alguém!!




Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.

Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?


Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Pai Natal de Torres Vedras no Guinness



"Pai Natal de Torres Vedras no Guinness
2007/12/01 | 17:53
Maior marioneta do mundo tem 30 toneladas e onze metros de altura
O Pai Natal instalado em Torres Vedras entrou para o livro de recordes do Guinness como a maior marioneta do mundo, refere a Lusa.

O Pai Natal marioneta é suportado por uma estrutura metálica de 30 toneladas, tem 11 metros de altura e recebeu sexta-feira o certificado de maior marioneta do mundo por parte de um representante do Guinness, divulgou a Câmara de Torres Vedras.

A marioneta está pelo segundo ano em exposição no centro da cidade e senta-se, levanta-se e mexe os braços através de motores instalados na estrutura.

No ano passado 5400 crianças experimentaram fazer mexer o Pai Natal através dos comandos disponíveis para serem movimentados.

A construção articulada tem um esqueleto metálico, volumes feitos de esferovite e revestimento em fibra de vidro.

A marioneta foi construída por 35 pessoas durante três semanas.

Nela foram utilizados 2200 metros de tubos metálicos, 30 metros cúbicos de esferovite, 400 metros quadrados de fibra, 300 litros de resina poliéster, 200 quilos de betume poliéster e 150 litros de tinta, disse à agência Lusa João Melo, da empresa Guliver.

As crianças podem fazer mexer o Pai Natal diariamente durante a época natalícia entre as 10 e as 23:00 com excepção para os dias 24 e 31 de Dezembro em que o horário é das 10 às 18:00.

O Pai Natal só não se pode mexer quando está mau tempo tendo que ficar sentado."

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Quem sou eu?

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Fabuloso


Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado após
um dia de trabalho, encontrou, esperando por si à porta, o seu filho
de 5 anos.

- Papá, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim. O que é?
- Quanto ganhas numa hora?
-Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o
homem, zangado.
- Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? -
perguntou novamente o miúdo.
- Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por hora.


Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça.

Passado um pouco, olhando para cima, perguntou:

- Papá, emprestas-me 5 euros?

O pai, furioso, respondeu:
- Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires
dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta
é não!
- E, de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que
estás a ser.

- A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os
teus caprichos!

O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto
e fechou a porta. Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais. Como se atrevia ele a
fazer-lhe perguntas daquelas? Como é que, ainda tão novo, já se
preocupava em arranjar dinheiro?


Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar
com remorsos da sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os 5 euros. Afinal, nem era costume o miúdo
pedir-lhe dinheiro.

Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.

- Já estas a dormir? Perguntou.
- Não, papá, ainda estou acordado. - respondeu o miúdo.
- Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo? - disse o pai. Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo. Toma lá
os 5 euros que me pediste.

O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:

- Oh, papá! Obrigado!

E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas. O pai,
vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar
zangado.

O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.

- Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.

- Porque não tinha o suficiente. Agora já tenho! - respondeu o miúdo.

- Papá, agora já tenho 10 euros! Já posso comprar uma hora do teu tempo,
não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã. Gostava tanto de
jantar contigo...